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| AAC m4a | 26 MB | Descarregar |
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00:00 - 0:00:09
[Música]
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0:00:09 – 0:00:11
sem rodeios
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0:00:11 – 0:00:14
[Música]
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0:00:14 – 0:00:18
Onde a vida quotidiana se transforma em histórias
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0:00:18 – 0:00:22
Olá e bem-vindos a Unverblümt
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0:00:22 – 0:00:25
Onde a vida quotidiana conta histórias
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0:00:25 – 0:00:26
Olá a Sascha
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0:00:26 – 0:00:29
Olá Sarah
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0:00:29 – 0:00:31
Bem, minha querida, como estás?
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0:00:31 – 0:00:33
Estamos no Outono.
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0:00:33 – 0:00:35
No Outono?
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0:00:35 – 0:00:37
Sim, tens razão.
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0:00:37 – 0:00:39
Parece que
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0:00:39 – 0:00:41
Era Outono.
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0:00:41 – 0:00:43
O
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0:00:43 – 0:00:45
Os dias estão cada vez mais curtos,
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0:00:45 – 0:00:47
As temperaturas são mais agradáveis
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0:00:47 – 0:00:49
E o que quer que faças
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0:00:49 – 0:00:51
Tenho que dizer que as árvores são
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0:00:51 – 0:00:53
colorido.
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0:00:53 – 0:00:55
Sim, não é simpático?
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0:00:55 – 0:00:57
Toda a folhagem
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0:00:57 – 0:01:01
E também os animais, os ouriços.
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0:01:01 – 0:01:03
Consegues ver mais deles, certo?
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0:01:03 – 0:01:10
Sim, mas também mais chuva. Mas acho que não é assim tão mau.
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0:01:10 – 0:01:17
Já agora, sabem que publicámos o último episódio "Umverblüm" em 13.6.2023?
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0:01:17 – 0:01:19
Não, já passou tanto tempo?
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0:01:19 – 0:01:24
Surpreendentemente, tem 4.600 downloads.
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0:01:24 – 0:01:33
Pelo menos pelo facto de ter sido há tanto tempo. Então eu teria dito: "Olá outra vez meus amigos,
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0:01:33 – 0:01:40
Ainda existimos. Damos-lhe as boas-vindas com um novo episódio.
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0:01:40 – 0:01:46
É isso mesmo. Avaliou um tema.
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0:01:46 – 0:01:55
Sim, na verdade, encontrei-me com um amigo há alguns dias e pensei:
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0:01:55 – 0:02:03
Podias dar-lhe um podcast por diversão. Então, queridos cumprimentos, saiam para vocês,
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0:02:03 – 0:02:12
Tatiana. É porreiro. E o que avaliaste? Bem, temos um pouco acerca do
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0:02:12 – 0:02:22
Estou a falar do Outono e já não sei o contexto exacto. Por isso, acho que correu assim
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0:02:22 – 0:02:29
Se estivesses numa reunião de equipa, do que poderias falar e depois
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0:02:29 – 0:02:35
Eu vim com o tópico de castanhas tão espontaneamente, porque no nosso lado direito há um
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0:02:35 – 0:02:45
Castanheiro era onde belas castanhas marrons têm estado deitadas no chão. E depois desta bela
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0:02:45 – 0:02:51
e excelente conversa ela deu-me a ideia, podias ter um podcast
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0:02:51 – 0:03:03
Estou a fazê-lo. E o que fazemos agora? Sim, bem, então acho que vamos fazer isto
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0:03:03 – 0:03:14
Primeiro, cientificamente. Adorava fazê-lo. Gosta de dizer alguma coisa sobre isso? Basicamente, há duas
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0:03:14 – 0:03:24
Tipos de castanhas. Uma vez que há as castanhas comestíveis, a Castanea sativa, que são comestíveis,
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0:03:24 – 0:03:37
e as castanhas ferrugem, o asceulus hypocastanum. Por favor, não me escondam para o debate,
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0:03:37 – 0:03:43
Não tinha latim na escola. Sim, mas muitas vezes estão de alguma forma em parques,
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0:03:43 – 0:03:54
Para ser encontrado na estrada. Sim, queres dizer as castanhas de ferrugem? Sim, esta coisa, em todo o lado.
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0:03:54 – 0:04:01
Também temos algumas peças atrás da casa. Sim, são sempre agradáveis de olhar
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0:04:01 – 0:04:10
A sério. Sim, são velhos. Não há muitas árvores S-Kastanien.
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0:04:10 – 0:04:15
Não sei se alguma vez vi um castanheiro.
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0:04:15 – 0:04:18
Também são chamadas de castanhas.
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0:04:18 – 0:04:27
Boah, assim que vi um, porque também há os picos lá fora diferentes, muito mais finos.
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0:04:27 – 0:04:31
Foi por isso que os vi, sim.
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0:04:31 – 0:04:35
Pode dizer-me como são por fora? Nunca tinha visto isto antes.
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0:04:35 – 0:04:41
Com a castanha ferrugem, estes espinhos pontiagudos são tão isolados.
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0:04:41 – 0:04:43
Parece uma estrela da manhã.
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0:04:43 – 0:04:44
Sim, sim.
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0:04:44 – 0:04:51
E com a castanha S, isso era muito mais espinhas, muito mais, e depois mais fino.
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0:04:51 – 0:04:54
Espera, deixa-me pensar nisso.
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0:04:54 – 0:04:59
Parece que é quase tão o cabelo verde que está tão lá fora e isso é
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0:04:59 – 0:05:01
É tão suave, o que há de tão bom nisso?
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0:05:01 – 0:05:04
Não, também eram um pouco mais mesquinhos.
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0:05:04 – 0:05:07
Mas talvez tal ouriço-do-mar seria uma boa comparação.
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0:05:07 – 0:05:14
De qualquer forma, vou ter que olhar para uma foto no Google mais tarde.
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0:05:14 – 0:05:19
Só sei como é a castanha em si, mas como é a casca dela,
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0:05:19 – 0:05:21
Nunca lidei com isso.
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0:05:21 – 0:05:27
E provavelmente não reconheceria um castanheiro assim se visse um lá fora.
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0:05:27 – 0:05:28
Ver-se-ia.
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0:05:28 – 0:05:29
Nem eu, não.
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0:05:29 – 0:05:31
Só na fruta.
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0:05:31 – 0:05:40
Tínhamos olhado para quantas variedades há de castanhas e que não eram tantas.
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0:05:40 – 0:05:53
Sim, de facto, existem apenas 10 a 13 espécies reconhecidas em todo o mundo e vou apenas mencionar algumas, como exemplo.
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0:05:53 – 0:06:04
Assim, por um lado, teríamos a Castanea sativa, castanha europeia, ou seja, na Europa e na Ásia Menor.
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0:06:04 – 0:06:12
Portanto, a variedade que é mais comum na Europa e é a variedade que conhecemos aqui.
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0:06:12 – 0:06:22
Depois, teríamos a Castanea denata, castanha americana, anteriormente muitas vezes nos Estados Unidos.
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0:06:22 – 0:06:29
Foram encontrados, mas devido à infestação fúngica já não existem e foram severamente dizimados.
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0:06:29 – 0:06:38
E depois há a Castanea mulissima, que é uma castanha chinesa.
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0:06:38 – 0:06:45
E depois há a granada Castanea, a castanha japonesa.
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0:06:45 – 0:06:58
E depois eu teria aqui a pumilla Castanea e a galinha Castanea e estes são
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0:06:58 – 0:07:02
Espécies regionais mais pequenas.
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0:07:02 – 0:07:11
E ainda outro facto, na agricultura, híbridos, ou seja, travessias de
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0:07:11 – 0:07:20
Castanhas europeias e asiáticas são usadas porque são mais resistentes a doenças.
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0:07:20 – 0:07:36
Há um cancro da casca de castanha, acho eu. É muito interessante. Assim, até
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0:07:36 – 0:07:40
Nunca tinha ouvido falar de Datu.
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0:07:40 – 0:07:42
Não, eu também não.
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0:07:42 – 0:07:43
Não, não.
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0:07:43 – 0:07:47
Sim, mas na agricultura provavelmente serão alimentados.
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0:07:47 – 0:07:50
Acredito muito nos animais.
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0:07:50 – 0:07:55
Sim, bem, os Esskastanie, estamos a comer um monte deles.
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0:07:55 – 0:08:03
Isto também é usado para alguns recheios para alguns assados.
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0:08:03 – 0:08:04
Na verdade, sim.
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0:08:04 – 0:08:06
Na verdade, sim.
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0:08:06 – 0:08:12
E a castanha normal, que também tem algumas utilidades, mas eu chego lá mais tarde.
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0:08:12 – 0:08:21
Na Alemanha, descobri que não há tantas variedades que são cultivadas lá.
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0:08:21 – 0:08:30
Na verdade, apenas a Kastanea sativa e que vem originalmente do Mediterrâneo.
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0:08:30 – 0:08:35
Na Alemanha, isso é tão difundido nas regiões do sudoeste.
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0:08:35 – 0:08:41
Assim, na Renânia-Palatinado, assim na Floresta Palatinada, depois em Bade-Vurtemberga, por exemplo, aqui
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0:08:41 – 0:08:47
no Kaiserstuhlen e em Hesse, onde o clima vitícola está em toda a parte.
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0:08:47 – 0:08:57
E parem com as alterações climáticas, porque a árvore prefere áreas mais quentes,
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0:08:57 – 0:08:59
Tal como as regiões vitícolas.
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0:08:59 – 0:09:03
Será este um dos ganhadores do aquecimento global?
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0:09:03 – 0:09:08
Sim, porque costumava ser mais frio,
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0:09:08 – 0:09:11
As árvores não cresceram tão bem.
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0:09:11 – 0:09:14
Em outras palavras, o aquecimento global tem a vantagem de
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0:09:14 – 0:09:18
As árvores podem agora crescer melhor, mesmo na Alemanha.
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0:09:18 – 0:09:22
Exactamente. Então, com a castanha ferrugem é a origem.
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0:09:22 – 0:09:26
A castanha ferrugem para todos outra vez é a castanha,
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0:09:26 – 0:09:28
O que não podes comer.
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0:09:28 – 0:09:29
Exactamente.
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0:09:29 – 0:09:31
Originalmente, nos Balcãs,
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0:09:31 – 0:09:37
Na Alemanha, é muito popular como uma árvore ornamental e de avenida.
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0:09:37 – 0:09:41
Quase todas as cidades do parque
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0:09:41 – 0:09:43
ou um castanheiro em parques infantis.
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0:09:43 – 0:09:47
Já os vi em toda a parte na minha infância.
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0:09:47 – 0:09:49
Sim, eu também.
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0:09:49 – 0:09:51
Por isso, não vou arranjar um lugar agora.
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0:09:51 – 0:09:54
Não havia castanheiros.
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0:09:54 – 0:09:56
Sobretudo porque brincava com ele quando era criança.
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0:09:56 – 0:09:59
Ou tiraste as coisas da cabeça ou tens andado a mexer com elas.
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0:09:59 – 0:10:02
Sim, sem dúvida.
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0:10:02 – 0:10:04
Sim, sim.
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0:10:04 – 0:10:08
Por falar nisso, ainda há um facto tão divertido do lado.
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0:10:08 – 0:10:11
São fotografias maravilhosas, não são?
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0:10:11 – 0:10:14
Castanhas. Sim, digo que sim.
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0:10:14 – 0:10:20
Mas, claro, o que é ainda melhor do que atirar castanhas assim?
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0:10:20 – 0:10:23
Castanhas com casca.
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0:10:23 – 0:10:28
Oh, sim, eles magoaram-se mesmo.
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0:10:28 – 0:10:31
Sim, crianças, por favor, não imitem.
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0:10:31 – 0:10:35
E cuidado com as castanhas que caem.
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0:10:35 – 0:10:38
Use um capacete de proteção ao recolher castanhas.
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0:10:38 – 0:10:44
E põe luvas grossas quando recolheres castanhas.
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0:10:44 – 0:10:47
É muito perigoso.
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0:10:47 – 0:10:52
Também podes escorregar e bater com a cabeça numa castanha.
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0:10:52 – 0:10:54
Imaginem isso.
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0:10:54 – 0:10:59
Sim, número de colheitas e distribuição de variedades.
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0:10:59 – 0:11:03
Encontraste alguma coisa lá?
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0:11:03 – 0:11:05
Sobre os números de cultivo?
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0:11:05 – 0:11:07
Sim, na verdade.
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0:11:07 – 0:11:10
Na Alemanha, há várias
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0:11:10 – 0:11:14
Centenas de milhares de hectares de castanhas
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0:11:14 – 0:11:18
e, sobretudo, na Renânia-Palatinado,
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0:11:18 – 0:11:21
O S-Kastanien.
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0:11:21 – 0:11:28
Na Floresta Palatinada, por outro lado, há cerca de 3000 hectares de castanhas.
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0:11:28 – 0:11:34
No entanto, a produção não é suficiente para a autossuficiência.
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0:11:34 – 0:11:42
As castanhas no nosso comércio provêm principalmente de Itália, França e Espanha.
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0:11:42 – 0:11:57
E na Alemanha, cultivam-se, em particular, variedades regionais antigas, como a castanha-da-rocha, que conhecemos mais tradicionalmente.
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0:11:57 – 0:12:04
E depois há uma estirpe chamada Marsol, que é híbrida e robusta.
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0:12:04 – 0:12:15
Comparado à infestação da praga e especialmente contra esta doença da ferrugem da castanha.
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0:12:15 – 0:12:19
Cancro da casca de castanha.
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0:12:19 – 0:12:20
Sim, cancro da casca de castanha.
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0:12:20 – 0:12:21
Está bem, sim.
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0:12:21 – 0:12:28
E depois há uma variedade francesa, e chama-se:
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0:12:28 – 0:12:33
Não sei falar francês, mas vou tentar.
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0:12:33 – 0:12:45
Não tinha francês na escola. Boucher de Bézizac (em inglês). É quase um francês
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0:12:45 – 0:12:56
Variedade que é provavelmente muito grande e amadurece muito cedo. Só conheço o tradicional
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0:12:56 – 0:13:03
Castanhas no mercado de Natal e se olhares para a altura do Natal também podes vê-las no mercado de Natal.
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0:13:03 – 0:13:08
Negócios já preparados ou mesmo como bens a granel?
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0:13:08 – 0:13:15
Sim, cheiram sempre tão bem quando estão preparados. Acho que também cheiram um pouco.
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0:13:15 – 0:13:19
Como batatas cozidas com uma nota de cheiro de noz.
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0:13:19 – 0:13:23
Sim, era assim que o sabor podia ser comparado. Já alguma vez o fizeste?
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0:13:23 – 0:13:32
Eskasaia, cortaste-os na parte de cima para fazeres uma cruz e depois empurrares o
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0:13:32 – 0:13:39
no forno e ficam lá por muito tempo. Sim, e depois é delicioso.
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0:13:39 – 0:13:47
Boas e prontas. Mas, de facto, eu só comi esta versão padrão dele até agora
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0:13:47 – 0:13:52
ou pare quando estava no mercado de Natal, havia também um tal saco lá com quente
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0:13:52 – 0:13:56
Castanhas. Isso foi mesmo óptimo. São também relativamente pequenas,
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0:13:56 – 0:14:00
De alguma forma sobre o tamanho de uma peça de 2 euros.
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0:14:00 – 0:14:05
Talvez sim. Sim, mas 2 euros é bastante bom.
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0:14:05 – 0:14:07
É o tamanho que diria.
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0:14:07 – 0:14:12
A casca é relativamente fina em comparação com as castanhas torradas.
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0:14:12 – 0:14:13
É verdade.
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0:14:13 – 0:14:16
Concordo contigo.
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0:14:16 – 0:14:18
São mesmo deliciosos.
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0:14:18 – 0:14:21
Não como há muitos anos.
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0:14:21 – 0:14:25
Vemo-nos no mercado de Natal este ano.
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0:14:25 – 0:14:35
Há diferenças que podem ser vistas nas castanhas e nas castanhas ferrugentas.
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0:14:35 – 0:14:45
E a concha, já disse, é fina, castanha brilhante com pequenas cicatrizes planas por baixo.
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0:14:45 – 0:14:55
Sim, este umbigo é provavelmente esta ponta na castanha, que pode ser vista na frente.
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0:14:55 – 0:15:06
Então, esta tampa de pico, eu nem sabia que era o que significava, está muito bem,
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0:15:06 – 0:15:15
picada densa. Quase igelig. Sim, eu disse-o, na minha memória. Normalmente no interior
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0:15:15 – 0:15:20
Um a três frutos, e eu também notei que nestes corpos frutíferos,
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0:15:20 – 0:15:29
esta casca farpada, que contém mais do que uma castanha, em contraste com a castanha ferrugem,
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0:15:29 – 0:15:36
Há apenas um e raramente dois. Sim, embora já o tenha tido muitas vezes,
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0:15:36 – 0:15:39
Havia gémeos nas castanhas normais.
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0:15:39 – 0:15:48
Exactamente. E depois pára o gosto. Doce, noz, pode ser comido cru. Mas isso é suposto ser
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0:15:48 – 0:15:52
Para não ser delicioso. Eu nem sequer tive a ideia de comer uma coisa assim crua.
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0:15:52 – 0:15:53
Nem eu.
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0:15:53 – 0:16:00
Tão assado sim, mas assim como um recheio, agora conscientemente não tinha isso ainda.
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0:16:00 – 0:16:02
Não, eu também não.
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0:16:02 – 0:16:09
E depois parar com as diferenças agora para a castanha ferrugem, casca mais grossa, castanho mate, isso mesmo,
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0:16:09 – 0:16:16
Porque os outros realmente brilham e são tão facilmente enviados radiantes, tão aborrecidos.
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Normalmente, uma única fruta por casca. Sim, a tampa do pico tem menos picos,
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Mas é muito mais espesso, parece quase borbulhado.
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A fruta é redonda sem um umbigo plano.
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Sim, e depois parar com este veneno.
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Deus, como é que dizes isso?
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Ésculina.
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Ésculina.
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Sim, sim.
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É definitivamente bastante perigoso para as crianças e em adultos faz isto
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manter bastante desconforto estomacal e náuseas. Ainda não provei castanha.
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Bem, eu também não. O que tens a dizer quando pões uma castanha na formiga?
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Como tu descreveste, é tão lindo castanho. Por vezes, tem um determinado padrão,
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que há manchas mais escuras, manchas de tom castanho. No meio tens sempre
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tal círculo branco, que é provavelmente então na castanha do umbigo. O que é total
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É interessante porque nunca pensei que as castanhas tivessem umbigos.
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Sim, e é bastante superficial. Então, se imagino tal castanha agora,
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Lembro-me disso, é verdade. Tens esta bela rodada,
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parte marrom e a parte, que é então tão brilhante, quase branca, acinzentada, é bastante plana, tão reta.
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Sabes o que estava a pensar?
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Não.
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Em nossos mamíferos, temos um cordão umbilical que leva ao botão da barriga.
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Isto torna-se assim com a maioria dos seres vivos, torna-se um aprofundamento.
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Mas com a castanha, é tão suave.
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Por isso, às vezes tem-se que eles são completamente redondos,
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Portanto, dificilmente se nota qualquer diferença da transição do castanho para o branco.
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Mas com alguns também tem depressões tão ligeiras.
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É muito interessante,
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Mas eu nunca tive a ideia de que este é um umbigo.
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0:18:40 – 0:18:48
E se imaginarem que esta castanha amadurece na sua gruta junto à árvore, então
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0:18:48 – 0:18:53
A questão é: existe tal coisa como esfregaço de umbigo?
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0:18:53 – 0:18:59
Tantos frutos têm isso, mas que estão em algum lugar, onde, então, o
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0:18:59 – 0:19:05
O ponto de ligação é para a árvore ou arbusto para que os nutrientes possam ir e voltar.
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0:19:05 – 0:19:06
Claro que sim.
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0:19:06 – 0:19:07
Claro que sim.
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0:19:07 – 0:19:13
Sim, e o fruto ou mesmo as sementes, também devem ter isso, para que algo chegue.
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0:19:13 – 0:19:16
Sim, é verdade.
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0:19:16 – 0:19:20
Definitivamente factos muito interessantes sobre castanhas.
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Normalmente utilizamos as castanhas de ferrugem para o artesanato ou são utilizadas como alimento para animais.
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0:19:30 – 0:19:32
utilizados, por exemplo, para javalis e veados.
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0:19:32 – 0:19:33
Exactamente.
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0:19:33 – 0:19:48
Exactamente. Ou mesmo na indústria, para a extração de certos produtos de cozinha.
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0:19:48 – 0:19:58
Onde é que arranjei isso? Portanto, para casa e cosméticos, detergente natural. Podes usá-los
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colocar as castanhas enferrujadas em mudas e os brancos na água, depois um ambiente amigável
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0:20:08 – 0:20:20
Licor de sabão, porque a saponina, não consigo pronunciá-la, contém.
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Esta é uma substância ativa da lavagem e é usada igualmente no cabelo e nos cuidados com a pele,
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também é benéfico através de sangramento e também se destina a ajudar com pernas pesadas e rasgadores de vassoura.
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0:20:35 – 0:20:49
Porque o material principal é, oh Deus, ascético. É um reforço vascular.
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Bem, e depois é só que o usas para artesanato. Tão pequenas figuras,
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0:20:56 – 0:21:00
Pequenas grinaldas, mobilizadores.
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0:21:00 – 0:21:03
Sim, estes castanheiros,
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0:21:03 – 0:21:05
Assim, com os jogos
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ou com os palitos,
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Que podes pôr.
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0:21:09 – 0:21:11
Sim, ou melhor ainda, os jogos,
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0:21:11 – 0:21:12
Onde puseste a cabeça
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e depois os picos,
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0:21:15 – 0:21:16
Quando os pões lá dentro,
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Porque são um pouco mais grossas
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0:21:17 – 0:21:18
Como um palito.
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Mas as folhas também são usadas,
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Flores e casca das árvores.
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0:21:25 – 0:21:39
A piroterapia usa extratos de flores para tratar contrações, inchaço e inflamação.
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0:21:39 – 0:21:49
E o que é isto? Pasto de abelhas, flor de castanha, parto, Reichlach.
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Eles também são interessantes para os insetos porque têm muito néctar devido ao seu grande número de flores.
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0:21:59 – 0:22:07
As folhas e a casca eram usadas anteriormente como um remédio caseiro para a tosse e a inflamação, como o chá.
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0:22:07 – 0:22:13
Hoje em dia, sobretudo na medicina natural.
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0:22:13 – 0:22:16
Muito interessante, de qualquer forma.
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0:22:16 – 0:22:25
O que também gosto é que podes fazer colares a partir de castanhas.
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Podes fazer estas coroas de cabeça para baixo.
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Sim, mas um telemóvel ou algo que nunca fiz com ele. O que já fiz
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0:22:36 – 0:22:44
Construí edifícios com castanheiros, por exemplo, uma pirâmide. Quando criança, encontrei
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0:22:44 – 0:22:52
Estou entusiasmado com palitos. Sim, sim. Claro, a madeira também é usada,
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0:22:52 – 0:22:59
especialmente a castanha S, porque é particularmente durável e resistente às intempéries.
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Também será usado para construir móveis?
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0:23:05 – 0:23:10
Sim, pode utilizá-lo como madeira para utilização em interiores e exteriores.
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0:23:10 – 0:23:17
Podes fazer mobília com isso, parquet, embelezamentos.
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Pode-se fazer barris com isso, muito parecido com uma cotovia.
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Aquilo é cotovia?
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do carvalho, barricas de carvalho, carvalho, para vinho e licor e depois dão novamente tal
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Sabor especial, então. E, claro, porque tem um grão super fino,
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a madeira, isso também é popular entre os artistas que fazem objetos a partir dela,
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Por causa dos grãos interessantes. Sim, imagino-o muito bem.
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Depois, claro, há também usos industriais.
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Extração de curtumes, anteriormente a casca e madeira da castanha nobre foram utilizados para isso.
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Em algumas regiões, como a França,
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A bebida de castanha e o açúcar são produzidos e, claro, a alimentação animal. Mas tu ainda tinhas
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Foi um facto interessante e eu não sabia nada disso. Não,
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0:24:33 – 0:24:41
Não sabias? Não. Referes-te à história com o Haribo? Exatamente, para que isto seja possível
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como recintos de caça e parques para animais. Sabes quanto é que se passa?
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Assim, nos últimos anos, várias centenas de toneladas de castanhas juntaram-se.
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0:24:55 – 0:24:56
É muito.
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Especialmente quando se considera que uma tonelada é de 1000 quilos,
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0:25:01 – 0:25:06
Isto é mesmo impressionante.
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Eu nem sabia que o Mario estava a fazer Bo, mas sempre os recolhemos.
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0:25:13 – 0:25:19
E depois levaram-nos para a antiga farmácia e pararam lá, sim.
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Naquela altura, cêntimos ou se não tínhamos o suficiente, então também temos um
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Era um jornal ou algo que era em vão de qualquer forma.
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0:25:28 – 0:25:35
O que é um bocado estúpido se arranjares uma revista onde seja grátis de qualquer maneira.
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Sim, mas tal quilo de castanhas já é uma certa quantidade.
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0:25:43 – 0:25:50
Tantos castanheiros que nem sequer sabíamos onde estavam.
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0:25:50 – 0:25:54
E sim, tens de os recolher primeiro.
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Sim, para recolher 10 quilos de castanhas, para trocá-las,
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Acho que também é difícil, de qualquer forma. Mas acho que devíamos voltar ao
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As castanhas estão a voltar, porque acabámos de falar em comer castanhas.
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Compre-o no mercado de Natal. A propósito, estas são as castanhas assadas e encontram
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0:26:23 – 0:26:30
É praticamente todos os mercados de Natal. Sim, isso faz parte disto. Ou estão no forno.
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ou por cima de um fogo aberto. Mas há outras receitas e eu acho,
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0:26:36 – 0:26:41
Também devemos ir um pouco mais longe, porque há realmente coisas nela,
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0:26:41 – 0:26:46
Nunca tinha ouvido falar deles. Mas acho-o mega interessante
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0:26:46 – 0:26:50
Talvez tente uma ou outra delas.
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0:26:50 – 0:26:53
Tens algum?
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0:26:53 – 0:27:03
Sim, por um lado também podes cozinhar castanhas e porque podes cozinhar castanhas, elas formam quase
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Uma base para o puré, por exemplo. Também é possível usar batatas, por exemplo.
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0:27:10 – 0:27:16
Em seguida, adicione o estame de batata às castanhas. O que sei é quase
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0:27:16 – 0:27:23
Puré com cenouras ou puré com pão de beterraba, mas como um prato de outono ou de inverno
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0:27:23 – 0:27:29
Refeição tão puré com castanhas também soa muito interessante, porque as castanhas também
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0:27:29 – 0:27:38
Tenho uma nota tão engraçada. Claro, também podes usá-los para vários recheios,
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que cozinhais e purificais para, por exemplo, encher de carne. Podias, é claro,
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0:27:45 – 0:27:49
Claro que também Ravioli ou Maultaschen ou algo do género.
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0:27:49 – 0:27:56
E podes usá-las em sopas quando as descascascas.
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0:27:56 – 0:28:03
Por isso, em vez de batatas, podes usar castanhas.
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0:28:03 – 0:28:07
Acho que é uma coisa simpática.
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0:28:07 – 0:28:13
Sim, o puré tinha sido doce e salgado, não tinha?
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0:28:13 – 0:28:22
Sim, podes fazer puré doce e salgado a partir dele, depois tens uma sobremesa.
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0:28:22 – 0:28:31
Ou também pode fazer uma mistura de purés doces para chocolates ou bolos.
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E onde também é mega popular, quase puré de castanha em saudável, é na verdade com pratos de caça.
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0:28:39 – 0:28:41
Também não era familiar.
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0:28:41 – 0:28:45
Mas já que não como carne selvagem assim,
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0:28:45 – 0:28:47
Porque eu não sou o maior amante de carne, de qualquer forma,
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0:28:47 – 0:28:50
Eu nem sequer sabia disso.
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0:28:50 – 0:28:53
Mas o Kastanienbüri definitivamente pertence a
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0:28:53 – 0:28:57
Os pratos que gostava de experimentar.
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0:28:57 – 0:29:00
O que eu sabia era que havia farinha de castanha.
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0:29:00 – 0:29:05
Sim? Como é que sabias disso?
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0:29:05 – 0:29:08
Reforma orçamental.
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0:29:08 – 0:29:09
Oh, é isso.
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0:29:09 – 0:29:12
Anda-se ao longo dela e depois vê-se os diferentes tipos de farinha,
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0:29:12 – 0:29:20
Assim, além destas coisas típicas, há também outros grãos como Kev
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0:29:20 – 0:29:26
e monogrão, variedades tão antigas, variedades de grãos.
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0:29:26 – 0:29:30
A certa altura, aparece uma farinha de castanha e pensas:
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0:29:30 – 0:29:37
Olhei para ele e o que ficou na minha cabeça foi definitivamente que não tinha glúten.
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0:29:37 – 0:29:41
Isso é super importante, especialmente para as pessoas que não toleram o glúten.
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0:29:41 – 0:29:45
É uma excelente alternativa para usar farinha de castanha.
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0:29:45 – 0:29:50
E agora na investigação sobre o assunto
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0:29:50 – 0:29:52
Era ideal para o pão.
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0:29:52 – 0:29:58
Sim, porque é ligeiramente doce, tem uma massa de pão ligeiramente doce.
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0:29:58 – 0:30:02
Claro, também pode usar a farinha de castanha,
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0:30:02 – 0:30:04
Fazer bolos.
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0:30:04 – 0:30:06
Mas já tínhamos falado sobre isso.
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0:30:06 – 0:30:10
Com bolos, pode-se quase ao lado do recheio
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0:30:10 – 0:30:13
Retire o solo também.
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0:30:13 – 0:30:16
Sim, e se isto e se a farinha for boa, parem para comer pão,
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0:30:16 – 0:30:20
Também pode fazer panquecas e massas.
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0:30:20 – 0:30:22
É massa.
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0:30:22 – 0:30:24
Parece fixe, não é?
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0:30:24 – 0:30:28
Se fores a um restaurante de cinco estrelas e lá pedires por exemplo
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0:30:29 – 0:30:37
Noodles de castanha com molho de trufa e um bom filé de carne.
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0:30:37 – 0:30:40
Seria o tribunal.
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0:30:40 – 0:30:45
O que eu acho interessante é que, no passado, o Esskastanier,
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0:30:45 – 0:30:49
a castanha nobre, também chamada de árvore do pão,
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0:30:49 – 0:30:55
porque a farinha foi usada em anos de má colheita.
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0:30:55 – 0:30:59
Sim, como substituto de grãos, por assim dizer.
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0:30:59 – 0:31:04
Mas também sabia que a casca de bétulas costumava ser levada.
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0:31:04 – 0:31:11
A minha tia tinha um livro de receitas de guerra.
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0:31:11 – 0:31:18
Havia receitas para fazer biscoitos a partir da menor massa possível.
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0:31:18 – 0:31:20
E em que lhe deste coisas.
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0:31:20 – 0:31:35
Havia cal moída lá dentro, depois calcário de seixos moídos e foi o que a minha tia fez.
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0:31:35 – 0:31:41
Estes biscoitos eram tão deliciosos, porque eram tão
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0:31:41 – 0:31:44
Parecia que tinhas lambido um giz da escola.
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0:31:44 – 0:31:55
Por isso, ainda não fiz isso. Não. Costumavas fazer isso quando eras miúdo? Sim, sim. Se eu fosse
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0:31:55 – 0:32:01
Dar-te um maço de giz para o Natal? A propósito, Fun Fact, há também giz comestível,
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0:32:01 – 0:32:05
Já o vi. Foi uma grande tendência do TikTok. Talvez eu devesse dar-te um pouco comestível
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Peça giz para o Natal. Sim, há também alguns
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Fabricante de alcaçuz, sim, também giz da escola. Isso é apenas Leckritz, onde do lado de fora um tal branco
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É a crosta. Não, gosto mais do giz amarelo porque é um pouco limonado.
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0:32:22 – 0:32:30
Sim, era o que eu estava a pensar. Imaginem se fosse uma banana.
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0:32:30 – 0:32:34
Não, não gosto nada do castanho, sabe um pouco a casa-de-banho. Não,
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0:32:34 – 0:32:42
Não, desculpa. Não sei porquê, mas já tentei antes.
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0:32:42 – 0:32:48
Diria que esta é uma experiência que tem de experimentar na sua vida?
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0:32:48 – 0:32:55
Não, de forma alguma. Mas o que eu gostaria de tentar seria tão puro mel de castanha.
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0:32:55 – 0:33:04
Querida. Portanto, é quando as abelhas estão tão principalmente em tal área de captação,
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0:33:04 – 0:33:11
onde há castanhas, então recolhem principalmente das flores, lá às vezes o mel,
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0:33:11 – 0:33:15
Tem um gosto tão especial. Sabes que, um mel da floresta,
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0:33:15 – 0:33:21
também tem um gosto e flores tão especiais, portanto, o mel de flor de verão também tem
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0:33:21 – 0:33:28
Um gosto diferente como um mel de colza. Eu interessar-me-ia muito por isso.
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0:33:28 – 0:33:35
Isto é então quase tão obtido a partir das nobres flores de castanha e é então também
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0:33:35 – 0:33:44
mais escuro e mais forte e ligeiramente mais tardio no gosto, foi-me dito.
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0:33:44 – 0:33:50
Sim, e depois há os licores e os espíritos que se fazem a partir dele.
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0:33:50 – 0:33:54
Não faço ideia de como fazer cerveja de castanha.
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0:33:54 – 0:33:57
Não sei.
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Pegas na flor ou atiras as castanhas para lá?
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0:34:03 – 0:34:10
Acho que as castanhas podem estar na cerveja ou algo assim, ou na água ou no fermento.
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0:34:10 – 0:34:17
Não sei, com compras, porque não consigo imaginar-te a esmagar as castanhas ou
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0:34:17 – 0:34:21
Este tipo de coisas. Pode ser natural, porque há também este requisito de pureza para a cerveja
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0:34:21 – 0:34:30
Alemanha. Sim, mas também é necessário açúcar para que o álcool possa ser produzido durante o processo de fermentação.
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0:34:30 – 0:34:37
Não sei. Sim, e depois pára aqui com o fogo de castanha. Mais uma vez, tem qualquer
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0:34:37 – 0:34:43
Caldo de castanha que fizeste e começa a fermentar e destilas de novo,
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Para ganhares o álcool. Sim, auto-adesivo, um queimador preto.
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0:34:49 – 0:34:57
Ele vai deixar-te cega. Em qualquer caso, deve-se apenas tomar a castanha nobre para ele,
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0:34:57 – 0:35:02
porque a castanha ferrugem é um pouco venenosa e faz Auerbauch.
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0:35:02 – 0:35:11
Sim, e um pouco de náuseas. Mas, na verdade, os Krastalien são sobretudo
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0:35:11 – 0:35:17
para as crianças e as pessoas imunocomprometidas, um problema, e para os idosos, pessoas saudáveis
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0:35:17 – 0:35:25
Sim, podes. Se olhares assim, podes usá-lo como agente refrativo.
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0:35:25 – 0:35:30
Porque não se tem muita intoxicação durante muito tempo, porque basicamente vomita-se de novo.
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0:35:30 – 0:35:35
É quase um problema que é resolvido por si só.
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0:35:35 – 0:35:39
Sim, por isso, durante a pesquisa que descobri,
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0:35:39 – 0:35:45
Na maior parte, há problemas de estômago e, em seguida, surge uma náusea.
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0:35:45 – 0:35:52
Só que as crianças e as pessoas pequenas e enfraquecidas têm um problema com isso,
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0:35:52 – 0:36:02
É a perda de fluido. Este é o problema. Mas vamos chegar aqui para
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0:36:02 – 0:36:13
Uma parte bonita e sensual do podcast. A tua memória de infância de castadia.
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0:36:13 – 0:36:23
Lembro-me que, quando estava no jardim de infância, tínhamos castanheiros.
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0:36:23 – 0:36:31
no jardim de infância. Apanhámo-los e transformámo-los em machos de castanha e
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0:36:31 – 0:36:38
Colares. Lembro-me então com o meu melhor amigo as castanhas juntas
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0:36:38 – 0:36:47
Tínhamos recolhido e depois tínhamos recolhido em baldes de areia tão pequenos. Agradável com eles.
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0:36:47 – 0:36:57
Botas de chuva e a capa de chuva, que também era amarelo clássico engraçado. E
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0:36:57 – 0:37:04
Foi muito bom recolher as castanhas. Por isso, achei este direito.
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0:37:04 – 0:37:10
bela acção, mas também fiz isso quando estava com os meus pais ou assim na floresta
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0:37:10 – 0:37:16
Para um passeio ou com amigos, sempre recolhemos castanhas. Eu sempre a encontrei totalmente
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0:37:16 – 0:37:21
Óptimo. É muito bom, mesmo quando adulto. Há dois anos, também tive alguns
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0:37:21 – 0:37:28
Castanhas recolhidas. Sim, é isso mesmo. Como desculpa, claro, dei-a aos meus sobrinhos.
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0:37:28 – 0:37:37
Mas, na verdade, achei bom recolher castanhas. Deu-me vibrações de infância.
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0:37:37 – 0:37:47
E gostei mesmo disso. Costumávamos recolher castanhas, no parque da cidade ou quando
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0:37:47 – 0:37:54
andar pela cidade, depois passamos alguns, dois de castanhas e
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0:37:54 – 0:38:03
Depois apanhámos as coisas, levámo-las para casa e fizemos machos delas, à mesa da cozinha.
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0:38:03 – 0:38:13
E, claro, se houvesse palitos, apanhávamos os palitos, senão palitos.
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0:38:13 – 0:38:20
Mas a mãe teve que fazer isso, porque não tínhamos forças para empurrá-los para lá.
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0:38:20 – 0:38:33
E sim, depois ficaram ali e lembro-me que sempre gostávamos de levar bolotas grandes para os pés e assim para a cabeça.
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0:38:33 – 0:38:39
E às vezes, mesmo assim, apenas torná-lo um pouco mais grosso para os braços.
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0:38:39 – 0:38:42
Sim, estas são as minhas memórias disso.
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0:38:42 – 0:38:47
Eu só sei que nós sentámo-nos lá muito depois na cozinha e fizemos as coisas.
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0:38:47 – 0:38:49
Depois, claro, também ficou feliz quando ficaram ali.
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0:38:49 – 0:38:55
E depois de algum tempo, reparei que as coisas secaram um pouco.
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0:38:55 – 0:39:00
Sim, tornar-se-ão um pouco mais escuros e encolhidos.
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0:39:00 – 0:39:06
Sim, estas são as minhas memórias de infância.
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0:39:06 – 0:39:10
Não fizemos mais nada com isto.
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0:39:10 – 0:39:17
Devo dizer honestamente que comi castanhas pela primeira vez como adulto, conscientemente.
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0:39:17 – 0:39:27
Tive um emprego durante a minha formação como enfermeira em psiquiatria.
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0:39:27 – 0:39:30
Havia um paciente que queria fazê-lo.
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0:39:30 – 0:39:33
E depois comprou-as.
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0:39:33 – 0:39:39
E depois preparámos a paragem na cozinha da estação, tudo servido em conjunto.
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0:39:39 – 0:39:44
E depois põe aquelas coisas lá dentro. Foi quando acho que três ou quatro tabuleiros estavam cheios.
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0:39:44 – 0:39:52
Então toda a estação cheirava tão intensamente depois e lá tenho alguns
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0:39:52 – 0:39:57
Tentei e foi a primeira vez que comi castanha.
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0:39:57 – 0:40:01
Já os comeste no mercado de Natal?
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0:40:01 – 0:40:05
Não, costumava pensar, sim, castanha, não podes comer isso.
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0:40:05 – 0:40:09
Os meus pais também não eram muito fãs.
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0:40:09 – 0:40:13
Adoro, como já disse, o mercado de Natal.
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0:40:13 – 0:40:17
Tenho de comprar castanhas este ano.
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0:40:17 – 0:40:18
Apetece-me.
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0:40:18 – 0:40:28
Sim, no mercado de Natal ou em Aldi, Lidl, ao virar da esquina.
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0:40:28 – 0:40:31
Sim, tens de ser tu a fazê-lo.
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0:40:31 – 0:40:39
O apartamento cheira bem, mas também é um pouco luxuoso.
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0:40:39 – 0:40:43
Se tiveres de cortá-los.
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0:40:43 – 0:40:46
Acho que sabem melhor quando ainda estão quentes.
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0:40:46 – 0:40:52
Portanto, se conseguir tal saco de castanhas no mercado de Natal, o
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0:40:52 – 0:40:53
Também são agradáveis e quentes.
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0:40:53 – 0:40:56
Eles não devem estar muito quentes, senão queima-se maciçamente.
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0:40:56 – 0:41:02
Mas se ainda estiverem um pouco quentes, e estiver tão frio lá fora, então têm o melhor sabor.
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0:41:02 – 0:41:05
Por isso, ainda tens de estar um pouco quente.
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0:41:05 – 0:41:12
Este ano, também, custa 10 euros 100 gramas ou mais.
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0:41:12 – 0:41:18
Se for o suficiente. Na altura eram muito caros, mas não me lembro o que custavam.
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0:41:18 – 0:41:23
Comi-os pela primeira vez, mesmo quando era adolescente, algures no mercado de Natal.
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0:41:23 – 0:41:28
Estava tão entusiasmada com as castanhas. Isso foi óptimo.
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0:41:28 – 0:41:35
Vi-os em algum momento como um adulto, descasquei-os,
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0:41:35 – 0:41:47
Pronto cozido num copo. Como batatas descascadas com tal líquido de água e lá
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0:41:47 – 0:41:53
Pensei comigo mesmo: quem compraria isso? Curiosamente, quando se faz isto
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0:41:53 – 0:42:02
Estou a ver filmes americanos que estão lá para o Dia de Acção de Graças.
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0:42:02 – 0:42:10
Isto é um pouco mais tarde do que o nosso ou mesmo na época do Natal,
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0:42:10 – 0:42:14
Quando o jantar de Natal estiver pronto. Muitas vezes têm uma mistura de pão.
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0:42:14 – 0:42:18
e recheio de castanha para o seu Trudhahn.
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0:42:18 – 0:42:20
É verdade.
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0:42:20 – 0:42:27
Uso muitas, muitas castanhas para encher a carne.
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0:42:27 – 0:42:31
Sim, e ali está realmente pré-embalado,
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0:42:31 – 0:42:32
Esta massa é fixa e pronta.
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0:42:32 – 0:42:37
Para não teres de cortar o pão e embebê-lo e assim,
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0:42:37 – 0:42:42
mas prepara-o e prepara-o para que possa ser colocado.
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0:42:42 – 0:42:46
Sim, mas a carne já está pronta e cheia.
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0:42:46 – 0:42:48
É uma loucura, não é?
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0:42:48 – 0:42:56
É o que acontece, em geral, com os norte-americanos. Muito pouco tem que ser feito por si mesmo.
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0:42:56 – 0:43:01
Há todos os molhos, mesmo em todos os tamanhos já prontos para comprar.
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0:43:01 – 0:43:02
Tudo o que possas imaginar.
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0:43:02 – 0:43:15
Sim, mas connosco na família, as castanhas nunca foram um problema tão grande. Havia, então, bastante
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0:43:15 – 0:43:25
outras coisas. Se estivesses na feira, há, digo eu, feiras de Outono,
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0:43:25 – 0:43:32
Depois, havia castanhas, mas os meus pais têm algo como queimados.
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0:43:32 – 0:43:39
Amêndoas favorecidas e eu acho que esta ainda é uma maçã do paraíso hoje.
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0:43:39 – 0:43:47
Bem, como eu disse, este ano poderás comer Esskastan do mercado de Natal pela primeira vez
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0:43:47 – 0:43:56
E este será definitivamente um destaque muito especial a este respeito. Estou mesmo ansiosa por isso.
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0:43:56 – 0:43:57
Sim, sim.
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0:43:57 – 0:44:10
Sim, e de outra forma, o que mais há a dizer sobre castanhas? Deve-se ter a vibração necessária para castanhas.
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0:44:10 – 0:44:21
Sim, quer dizer, como um elemento espiritual. Claro, também é sobre, muitos dizem
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0:44:21 – 0:44:26
Têm sempre dificuldade em encontrar castanhas. Tem que ir lá com o
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0:44:26 – 0:44:33
A mentalidade certa. Sim, precisas da vibração certa. Isso é sim, tal castanha
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0:44:33 – 0:44:39
E se cair da árvore e rebentar ou algo do género,
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0:44:39 – 0:44:46
isto é como um nascimento, então a castanha vem à terra, é trazida ao mundo
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0:44:46 – 0:44:57
É quase mítico ou espiritual. Devias ser humilde.
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0:44:57 – 0:45:05
Quando vês um castanheiro, tens de ir lá humildemente. É preciso ser muito consciente,
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0:45:05 – 0:45:14
Esteja muito atento a si mesmo e à natureza e depois pise a árvore
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0:45:14 – 0:45:22
Aproxime-se e, claro, caminhe muito cuidadosamente sobre o chão, porque não quer castanha
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0:45:22 – 0:45:30
dói. Sim, e a raiz. Sim, claro, as castanhas têm sentimentos e sentimentos,
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0:45:30 – 0:45:40
Em outras palavras, a vida tem uma alma. Se tivermos os pensamentos errados,
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0:45:40 – 0:45:46
Claro que também não vamos encontrar castanhas.
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0:45:46 – 0:45:53
Como eu disse, devias ser respeitoso e respeitoso, mesmo que
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0:45:53 – 0:46:02
Castanha na mão, sim, então talvez devesses acariciar a castanha ou
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0:46:02 – 0:46:11
lipoaspiração. Isto é muito importante, por isso para a higiene da alma da castanha. Também deve ser grato
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0:46:11 – 0:46:20
pelo facto de existir no mundo, de nos ter sido dado.
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0:46:20 – 0:46:27
Certo, e que podes apanhá-los agora e entregar a vida deles nas nossas mãos,
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0:46:27 – 0:46:32
Devíamos estar gratos por isso.
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0:46:32 – 0:46:41
É também a vida pura. Tal castanheiro é quase a origem de uma nova árvore.
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0:46:41 – 0:46:50
Claro que, se pegarmos na castanha e a plantarmos, surgirá uma nova vida. O
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0:46:50 – 0:46:59
Círculo da vida. O Círculo Eterno da Vida. Hakkuma Matata (em inglês). É mesmo espiritual.
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0:46:59 – 0:47:06
Pode-se quase dizer o nascimento do castanheiro.
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0:47:06 – 0:47:09
Kastaniismo?
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0:47:09 – 0:47:15
Sim, talvez devêssemos começar uma comunidade religiosa lá.
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0:47:15 – 0:47:21
Mas podes pensar noutro lugar.
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0:47:21 – 0:47:22
Sim, sim.
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0:47:22 – 0:47:29
De qualquer forma, a castanha é sagrada em sua existência.
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0:47:29 – 0:47:40
Tem um certo meta-nível. Sim, é quase Deus, Jesus num só
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0:47:40 – 0:47:49
Capa de fruta redonda e perfeita combinada. Sim, tens a Trindade. Tu tens
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0:47:49 – 0:47:57
a árvore, depois o fruto e dela surge uma nova árvore ou um estômago recheado.
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0:47:57 – 0:48:05
Exatamente, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
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0:48:05 – 0:48:09
Kastania, a Santa Kastania.
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0:48:09 – 0:48:19
Em nome da terra, da luz e do círculo eterno,
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0:48:19 – 0:48:26
Louvado seja o Castanheiro
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0:48:26 – 0:48:47
No salão silencioso onde a luz se rompe
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0:48:48 – 0:48:54
Levanta-te, temeroso, o verde,
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0:48:54 – 0:49:01
Uma árvore germinada, santa e pura,
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0:49:01 – 0:49:09
Consagrado em um círculo que nunca acaba.
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0:49:09 – 0:49:14
Os seus frutos brilham como coroas,
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0:49:14 – 0:49:18
Cantar do coração, meditar do céu,
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0:49:18 – 0:49:21
Ó Kastani, dom divino,
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0:49:21 – 0:49:29
No silêncio pregas desde a eternidade.
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0:49:29 – 0:49:36
Lobeti, Kastani, bendita seja a sua árvore,
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0:49:36 – 0:49:40
Da semente cresce a vida,
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0:49:40 – 0:49:43
Em circulação forte e fronde.
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0:49:43 – 0:49:50
Deus criou-os como um sinal de humildade, força e tempo.
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0:49:50 – 0:50:01
Santo seja a castanha em nome da natureza, a terra da semente da luz.
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0:50:01 – 0:50:09
Aquele que habita debaixo do dossel sente a respiração da criação próxima.
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0:50:09 – 0:50:16
Nas sombras cresce o conhecimento, a alma descansa, o homem torna-se claro.
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0:50:16 – 0:50:24
Ó homem, inclina-te, toma e dá, conhece o seu juramento silencioso.
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0:50:24 – 0:50:31
No outono reside o devir, no final repousa a origem.
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0:50:32 – 0:50:39
Globo a castanha, louvar a sua árvore,
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0:50:39 – 0:50:46
Da semente cresce a vida, no ciclo forte e piedoso.
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0:50:46 – 0:50:53
Deus criou-os como um sinal de humildade, força e tempo.
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0:50:53 – 0:51:05
Santo seja a castanha em nome da natureza, a terra, a luz, com ela.
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0:51:05 – 0:51:12
Castanha, árvore e sementes redondas, três-um, misterioso,
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0:51:12 – 0:51:20
como o corpo, a mente e o solo silencioso unidos no símbolo sagrado.
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0:51:20 – 0:51:24
Na verdade, continua o futuro,
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0:51:24 – 0:51:27
No germe, o local do céu.
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0:51:27 – 0:51:31
Ó círculo da vida, profundo e puro,
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0:51:31 – 0:51:38
na tua alegria e na salvação de Deus!
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0:51:38 – 0:51:42
Ó Christall, tu nunca és santo,
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0:51:42 – 0:51:46
Mantenha-nos humildade, força e significado.
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0:51:46 – 0:51:49
O teu esplendor ilumina o nosso coração,
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0:51:49 – 0:51:55
até avançarmos em círculos
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0:51:55 – 0:52:10
[Música]
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0:52:10 – 0:52:30
[Música]
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0:52:30 – 0:52:32
Amém.
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0:52:32 – 0:52:36
E se gostaste do que discutimos aqui,
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0:52:36 – 0:52:39
Ligue-o da próxima vez também.
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0:52:39 – 0:52:43
Espero que não demore mais dois anos e meio para a próxima edição sair.
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0:52:43 – 0:52:45
De "Unblooming".
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0:52:45 – 0:52:45
Exactamente.
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0:52:45 – 0:52:53
Como disse, este episódio que fizemos na dedicação à querida Tatiana e espero,
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0:52:53 – 0:53:00
que gostou especialmente da última parte do nosso podcast,
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0:53:00 – 0:53:08
Porque és uma pessoa tão espiritual e espero que
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Fomos capazes de dar-lhe grande prazer com ele.
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É isso mesmo. Vamos agradecer e despedir-nos até à próxima vez.
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E se não queres perder nada,
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Não se esqueça de gostar e subscrever.
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Feliz, positivo e negativo.
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Críticas construtivas são sempre boas.
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Oh, sim. Adeus.
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adeus
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Esta sequência de sem rodeios é muito especial – foi criado a pedido da nossa querida amiga Tatjana 🌰🍂
Juntos, dedicamo-nos a um tema que à primeira vista parece bastante comum, mas em uma inspeção mais atenta está cheio de histórias, conhecimento e simbolismo: A castanha.
Falamos sobre memórias de infância e a magia especial que castanhas desenrolar-se no outono. Sobre passeios sob um dossel colorido de folhas, sobre a recolha de atividades no jardim de infância e a diversão de criar pequenos castanheiros à mesa da cozinha.
Depois entramos no mundo de botânica: Explicamos as diferenças entre castanha e castanha de cavalo, falamos sobre diferentes variedades, áreas de cultivo, características distintivas e usos tradicionais.
É claro que, o Parte culinária Não em falta: Desde castanhas assadas no mercado de Natal ao puré de castanha e farinha de castanha sem glúten ao mel, licores e receitas antigas de guerra, a castanha tem um número surpreendente de usos.
As histórias culturais e históricas também não são negligenciadas, como as campanhas de recolha do Haribo ou o papel da castanha como «árvore do pão» em tempos difíceis.
Finalmente, vamos levar a coisa toda a um quase meta-nível espiritual: A castanha como símbolo do ciclo de vida – árvore, fruto e novo começo em perfeita trindade. Recitamos uma pequena «canção de castanha sagrada» e mostramos com um piscar de olhos como mesmo um motivo de outono aparentemente simples pode desdobrar-se em profundidade.
Entre o humor, o conhecimento, a nostalgia e a poesia, surge uma conversa outonal, que prova: Uma castanha também pode contar uma história – contundente, viva e cheia de alma. 🍁✨

📝 Repartição temática
- Bem-vindo & Emergência do episódio
– Por que razão este episódio é dedicado a Tatjana
– Revisão do último episódio & pouco humor outonal - Início do Outono & Castanhas no dia-a-dia
– Alterações de natureza
– Memórias infantis de castanheiros - Botânica & Diversidade varietal
– Castanha-nobre vs. castanha-de-cavalo
– Espécies, zonas de produção e especificidades mundiais
– Características dos frutos e cascas - Uso & Significado
– Castanhas na cozinha (por exemplo, castanhas, farinha, puré)
– Castanhas de cavalo para detergentes, artesanato e naturopatia
– Utilização da madeira & fins industriais - Aspetos culturais e históricos
– Campanhas de recolha de castanhas na agricultura & Haribo
– Castanhas como pão & receitas de guerra
– Mel de castanha, licores & aguardentes - Meta-nível espiritual & «canção santa»
– O castanheiro como símbolo do ciclo de vida
– Trindade: Árvore – frutos – nova vida
– Castanha como elemento mítico, quase religioso
– Recitação da «canção sagrada da castanha» 🌰✨ - Encerramento do & Outlook
– Obrigado a Tatjana pela inspiração
– Referências a episódios futuros
– Convite para gostar, subscrever e comentar
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Contribuintes para este episódio
Tempo de jogo: 0:56:51
Data de admissão: 01.01.70
Este episódio é da 4a temporada, há um total de 4 temporadas.
Uma De acordo com o Cartel de Publicação Funk Produção - Onde as histórias são transmitidas inconfundivelmente.
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Autor: Sascha Markmann
Sascha Markmann é uma mente criativa com uma biografia comovente – e uma pessoa que redescobriu a vida após um AVC. Depois de trabalhar como paramédico e cuidador de idosos, Sascha encontrou seu caminho para a expressão criativa. Como blogueiro, podcaster, músico e contador de histórias visuais, reúne coisas que não se encaixam à primeira vista: Combina o seu entusiasmo pela tecnologia – desde servidores autoalojados até à produção de música eletrónica – com uma profundidade emocional e um sentido de humor oblíquo. As suas contribuições situam-se algures entre o limite, as linhas de baixo ácidas e a assistência – honestamente, diretamente e com um piscar de olhos. Princípio orientador: «Aborrecimento audiovisual sem utilidade – mas talvez seja por isso que é tão valioso.» Ver todos os artigos de Sascha Markmann